Já perdoei erros quase imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso,
já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar,
mas também decepcionei alguém.
Já abracei pra proteger,
já dei risada quando não podia,
fiz amigos eternos,
amei e fui amado,
mas também já fui rejeitado,
fui amado e não amei.
Já gritei e pulei de tanta felicidade,
já vivi de amor e fiz juras eternas,
“quebrei a cara muitas vezes”!
Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
já liguei só para escutar uma voz,
me apaixonei por um sorriso,
já pensei que fosse morrer de tanta saudade
e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).
Mas vivi, e ainda vivo!
Não passo pela vida…
E você também não deveria passar!
Viva!
Bom mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe
e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é “muito” pra ser insignificante.Charles Chaplin
Um espelho do que deveria ser as nossas vidas
domingo, fevereiro 25, 2007
quinta-feira, fevereiro 22, 2007
os dias vão passado e eu não encontro um forma de me livrar deste mau momento que atravesso. Tento rir, tento ter uma postura de otimismo... mas nada.
E difiçil para mim agir da forma que penso...
Preciso duns Socos... para a aprender...
Numca vou conseguir o respeito dos outros enquanto eu não conseguir me respeitar a mim mesmo
E difiçil para mim agir da forma que penso...
Preciso duns Socos... para a aprender...
Numca vou conseguir o respeito dos outros enquanto eu não conseguir me respeitar a mim mesmo
quinta-feira, fevereiro 15, 2007

As vezes ganho animo e acredito que vou mudar, acredito que vou-me tornar noutra pessoa e até me sinto capaz de mudar, mas essa sensação desapareçe com o tempo...
O meu problema sou eu, neste momento ja nem é a vida que é dura comigo... sou eu! é como se fosse uma dependencia de maus sentimentos
Procuro soluções nos livros, conselhos com amigos , na fé e na religião e tudo so me torna mais sencivel e emotivo. sinto pena de mim proprio! e pena de o qué? de não ser uma pessoa alegre! eu esforço-me mas não consigo afastar esta tristesa e este vazio que atromenta...
O meu problema sou eu, neste momento ja nem é a vida que é dura comigo... sou eu! é como se fosse uma dependencia de maus sentimentos
Procuro soluções nos livros, conselhos com amigos , na fé e na religião e tudo so me torna mais sencivel e emotivo. sinto pena de mim proprio! e pena de o qué? de não ser uma pessoa alegre! eu esforço-me mas não consigo afastar esta tristesa e este vazio que atromenta...
Hoje estou triste... e amanha promete ser um mau dia...
sábado, fevereiro 10, 2007
Porque amanha temos o direito de decidir algo....
Carminho & Sandra
Carminho senta - se nos bancos almofadados do BMW da mãe. Chove lá fora .Encosta o nariz ao vidro para disfarçar duas enormes lágrimas que lhe rolam pela face. A mãe conduz o carro e aperta - lhe ternamente a mão. Há muito trânsito na Lapa ao fim da tarde. A mãe tem um olhar triste e vago mas aperta com força a mão da filha de 18 anos. Estão juntas. A caminho de Espanha.
(Mais a baixo na cidade)
Sandra senta - se no banco côr - de - laranja do autocarro 22 que sai de Alcântara. Chove lá fora. Encosta o nariz ao vidro para disfarçar duas enormes lágrimas que lhe rolam pela face. A mãe está sentada ao lado dela. Encosta o guarda - chuva aos pés gelados e aperta - lhe ternamente a mão. Há muito trânsito em Alcântara ao fim da tarde. A mãe tem um olhar triste e vago mas aperta com força a mão da filha de 18 anos. Estão juntas. A caminho de casa de Uma Senhora.
O BMW e o autocarro 22 cruzam - se a subir a Avenida Infante Santo.
Carminho despe - se a tremer sem nunca conseguir estancar o choro. Veste uma bata verde. Deita - se numa marquesa. É atendida por uma médica que lhe entoa palavras doces ao ouvido, enquanto lhe afaga o cabelo. Carminho sente - se a adormecer depois de respirar mais fundo o cheiro que a máscara exala. Chora enquanto dorme.
Sandra não se despe e treme muito sem conseguir estancar o choro. Nervosa , brinca com as tranças que a mãe lhe fez de manhã na tentativa de lhe recuperar a infância. A Senhora chega. A mãe entrega um envelope à Senhora. A Senhora abre - o e resmunga qualquer coisa. É altura de beber um liquido verde de sabor muito ácido. O copo está sujo, pensa Sandra. Sente – se doente e sabe que vai adormecer. Chora enquanto dorme.
Carminho acorda do seu sono induzido. Tem a mãe e a médica ao seu lado. Não sente dores no corpo mas as lágrimas não param de lhe correr cara abaixo. Sai da clínica de rosto destapado. Sabe –lhe bem o ar fresco da manhã. É tempo de regressar a casa. Quando a placa da União Europeia surge na estrada a dizer PORTUGAL, Carminho chora convulsivamente.
Sandra não acorda. E não acorda . E não acorda. A mãe geme baixinho desesperada ao seu lado. Pede à Senhora para chamar uma ambulância. A Senhora não deixa, ponha – se daqui para fora com a miúda, há uma cabine lá em baixo, livre – se de dizer a alguém que eu existo.
A mãe arrasta a Sandra inanimada escada a baixo. Um vizinho cansado, chama o 112 e a polícia.
Sandra acorda no quarto 122 dias depois. As lágrimas cara abaixo. Não poderás ter mais filhos, Sandra, disse –lhe uma médica, emocionada.
Sai do hospital de cara tapada, coberta por um lenço. Não sente o ar fresco da manhã. No bolso junto ao útero magoado, a intimação para se apresentar a um tribunal do seu país: Portugal.
Carminho senta - se nos bancos almofadados do BMW da mãe. Chove lá fora .Encosta o nariz ao vidro para disfarçar duas enormes lágrimas que lhe rolam pela face. A mãe conduz o carro e aperta - lhe ternamente a mão. Há muito trânsito na Lapa ao fim da tarde. A mãe tem um olhar triste e vago mas aperta com força a mão da filha de 18 anos. Estão juntas. A caminho de Espanha.
(Mais a baixo na cidade)
Sandra senta - se no banco côr - de - laranja do autocarro 22 que sai de Alcântara. Chove lá fora. Encosta o nariz ao vidro para disfarçar duas enormes lágrimas que lhe rolam pela face. A mãe está sentada ao lado dela. Encosta o guarda - chuva aos pés gelados e aperta - lhe ternamente a mão. Há muito trânsito em Alcântara ao fim da tarde. A mãe tem um olhar triste e vago mas aperta com força a mão da filha de 18 anos. Estão juntas. A caminho de casa de Uma Senhora.
O BMW e o autocarro 22 cruzam - se a subir a Avenida Infante Santo.
Carminho despe - se a tremer sem nunca conseguir estancar o choro. Veste uma bata verde. Deita - se numa marquesa. É atendida por uma médica que lhe entoa palavras doces ao ouvido, enquanto lhe afaga o cabelo. Carminho sente - se a adormecer depois de respirar mais fundo o cheiro que a máscara exala. Chora enquanto dorme.
Sandra não se despe e treme muito sem conseguir estancar o choro. Nervosa , brinca com as tranças que a mãe lhe fez de manhã na tentativa de lhe recuperar a infância. A Senhora chega. A mãe entrega um envelope à Senhora. A Senhora abre - o e resmunga qualquer coisa. É altura de beber um liquido verde de sabor muito ácido. O copo está sujo, pensa Sandra. Sente – se doente e sabe que vai adormecer. Chora enquanto dorme.
Carminho acorda do seu sono induzido. Tem a mãe e a médica ao seu lado. Não sente dores no corpo mas as lágrimas não param de lhe correr cara abaixo. Sai da clínica de rosto destapado. Sabe –lhe bem o ar fresco da manhã. É tempo de regressar a casa. Quando a placa da União Europeia surge na estrada a dizer PORTUGAL, Carminho chora convulsivamente.
Sandra não acorda. E não acorda . E não acorda. A mãe geme baixinho desesperada ao seu lado. Pede à Senhora para chamar uma ambulância. A Senhora não deixa, ponha – se daqui para fora com a miúda, há uma cabine lá em baixo, livre – se de dizer a alguém que eu existo.
A mãe arrasta a Sandra inanimada escada a baixo. Um vizinho cansado, chama o 112 e a polícia.
Sandra acorda no quarto 122 dias depois. As lágrimas cara abaixo. Não poderás ter mais filhos, Sandra, disse –lhe uma médica, emocionada.
Sai do hospital de cara tapada, coberta por um lenço. Não sente o ar fresco da manhã. No bolso junto ao útero magoado, a intimação para se apresentar a um tribunal do seu país: Portugal.
segunda-feira, fevereiro 05, 2007
Já chega de depressão!!
Vou dar um ar mais alegria ao conteudo deste blog... vou escrever sobre coisas mais intressantes e deixar de me lamentar.
Muitas das vezes o problema é saber sobre o que escrever... mas ha sempre assunto.
Agora nos proximos tempos vou falar sobre sentimentos... sobre o verdadeiro significado de cada um para mim. E a quem lé deixo o convite para deixar o seu testemunho.
Amor
Vou dar um ar mais alegria ao conteudo deste blog... vou escrever sobre coisas mais intressantes e deixar de me lamentar.
Muitas das vezes o problema é saber sobre o que escrever... mas ha sempre assunto.
Agora nos proximos tempos vou falar sobre sentimentos... sobre o verdadeiro significado de cada um para mim. E a quem lé deixo o convite para deixar o seu testemunho.
Amor
Penso que é o sentimento mais dificil de descrever o seu significado, mas tenho a certeza que é o mais importante. ele motiva a nossa excistencia e a ausencia dele é o nosso fim.
No cinema, na musica, nos livros, nos quadros.. o amor está exposto em todo lado... mas que palavras o traduzem na realidade?
"...O conceito mais popular de amor envolve, de modo geral, a formação de um vínculo emocional com alguém, ou com algum objeto que seja capaz de receber este comportamento amoroso e alimentar as estimulações sensoriais e psicológicas necessárias para a sua manutenção e motivação."
É certo que estas palavras teem a sua lógica mas o amor é o sentimento mais complexo e unico, cada um tem a sua forma, o seu estilo a personalidade.
Após alguns minutos de refexão:
Não tenho muitas mais palavras... mas vou pensar e mais tarde volto a escrever. ;)
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